Custo-benefício não é o celular mais barato — é o que entrega o que você usa sem cobrar pelo que você não usa. Este guia mostra onde vale gastar e onde a diferença é só ficha técnica.
Comece pelo que você realmente faz no aparelho
Antes de comparar modelos, defina o uso. Três perfis cobrem quase todo mundo:
- Básico: mensagem, chamada, redes sociais, banco. Aqui quase qualquer aparelho atual serve, e pagar mais é desperdício;
- Intermediário: muitas fotos, vídeo, uso o dia todo. Vale investir em bateria e câmera;
- Pesado: jogos, edição, muitos apps abertos. Aqui processador e memória fazem diferença real.
Os quatro itens que importam (em ordem)
1. Bateria. É o que mais afeta a experiência diária. Capacidade acima de 5.000 mAh costuma garantir o dia inteiro. Verifique também a potência do carregador — carregar rápido muda a rotina mais que 1 GB extra de RAM.
2. Memória RAM. 6 GB é o piso confortável hoje; 8 GB dá folga por mais tempo. Abaixo disso, o aparelho começa a fechar apps sozinho em um ou dois anos.
3. Armazenamento. 128 GB é o mínimo razoável. Muitos modelos intermediários já não aceitam cartão de memória — confira antes se você guarda muita foto.
4. Tela. Taxa de 90 Hz ou 120 Hz deixa a navegação visivelmente mais fluida. É um dos poucos itens em que o ganho aparece no primeiro uso.