O que faz um paciente escolher você no Google
Quem busca nutricionista compara três ou quatro opções em minutos. Os critérios que decidem a escolha são claros:
- Especialidade visível: "nutricionista esportiva", "nutrição materno-infantil" ou "emagrecimento" convertem mais que um site genérico, porque o paciente se reconhece no problema;
- Prova de credibilidade: número do CRN, formação, especializações e foto profissional real, não de banco de imagens;
- Facilidade de agendar: botão de WhatsApp visível e agendamento online reduzem a fricção na decisão;
- Conteúdo que responde dúvidas: artigos sobre os temas que seu público pesquisa criam confiança antes da primeira consulta;
- Clareza sobre atendimento online: a teleconsulta ampliou o alcance da nutrição; diga se você atende a distância.
Atenção às normas do Conselho Federal de Nutricionistas: a publicidade deve ser informativa e educativa, sem promessa de resultado ("perca 10 kg em um mês"), sem antes e depois de pacientes com finalidade de autopromoção e sem sensacionalismo.
Estrutura, custos e equipamentos em 2026
A estrutura que funciona: página inicial com sua especialidade e cidade no título, página "Sobre" com trajetória e CRN, uma página por serviço (presencial, online, esportiva), blog com duas publicações por mês respondendo buscas reais e página de contato com WhatsApp e mapa. Some o Perfil de Empresa no Google com avaliações de pacientes e você cobre as duas portas de entrada: o mapa e a busca orgânica.
Custos realistas: site profissional entre R$ 1.200 e R$ 3.500, domínio .com.br a R$ 40 por ano e hospedagem de R$ 20 a R$ 50 mensais. No consultório, uma impressora multifuncional com tanque de tinta, como Epson EcoTank ou HP Smart Tank, na faixa de R$ 700 a R$ 1.300, imprime planos alimentares, recibos e materiais educativos com custo por página baixíssimo, além de digitalizar documentos de pacientes.
Erros que mantêm o site invisível
Os mesmos problemas aparecem na maioria dos sites de nutricionistas que não geram pacientes:





